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terça-feira, 18 de abril de 2017

Descubra quando a febre do pequeno se torna um sintoma preocupante




Pediatra esclarece dúvidas sobre o sintoma que mais preocupa os pais de primeira viagem
A temperatura normal do nosso corpo se mantém em torno de 36,5°C. Quando atinge os 37,8oC ou mais passamos para o estágio chamado febre e este é o principal indício de que algo não vai bem em nosso organismo. Neste momento, o corpo entende que agentes externos estão lhe atacando e contra-ataca se aquecendo como uma forma de não permitir que uma possível infecção se prolifere. Mas, em que momento a febre passa de um alerta para uma situação preocupante? A pediatra Denise Katz selecionou 5 mitos e verdades sobre o assunto. Confira!
 
A febre é causada apenas por infecção?
 
Mito. Na maioria dos casos, a febre em crianças é causada pela presença de alguma infecção, podendo variar entre viral como meningites e encefalites ou bacteriana, como otite, amigdalite, sinusite, infecção urinária. Outras causas menos comuns de febre são as inflamações, doenças oncológicas como as leucemias, doenças autoimunes, etc. Porém, em casos assim a febre é prolongada e chega a durar semanas.
 
Febre deve sempre ser tratada?
 
Verdade. A febre merece ser tratada, pois ela induz a uma sensação de mal-estar, dor de cabeça e recusa alimentar. O ideal é combinar hidratação, descanso e medicamentos com efeito antitérmico, como o Ibuprofeno, para aliviar a sensação de mal-estar.
 
Espero para medicar a criança apenas depois de passar por atendimento médico?
 
Mito. Recomenda-se medicar a criança que se apresenta com febre, mesmo que ela ainda vá ser avaliada pelo médico, pois isso diminuirá o mal-estar causado pela alta temperatura e, principalmente, o risco de apresentar uma convulsão febril. Em bebês na faixa etária entre 6 meses e 5 anos é comum a ocorrência da convulsão febril, situação que acontece geralmente com a subida rápida da temperatura.
 
Banho frio trata a febre?
 
Mito. Banhos mornos e compressas frias fazem parte dos métodos físicos de normalização da temperatura, mas, apesar de serem muito úteis, nem sempre são suficientes no tratamento da criança com febre.
 
Os sintomas que acompanham a febre são mais alarmantes que a própria febre?
 
Verdade. A febre é o principal indício de que algo não vai bem. Quando a febre surge sem qualquer outro sintoma, a criança deve ser logo avaliada pelo pediatra. Quando há sintomas gripais, por exemplo, orientamos apenas medicamentos sintomáticos, que ajudam no controle dos sintomas. Já quando a febre dura mais do que 72 horas, torna-se imprescindível a avaliação de um médico e por vezes também a coleta de exames.
 
Febre em recém-nascidos é uma emergência sempre?
 
Verdade. Recém-nascidos e lactentes menores de 6 meses exigem que os pais procurem orientação médica com emergência, pois ainda não receberam todas as doses das vacinas consideradas básicas da infância. É importante que os pais fiquem atentos também se os bebês apresentam recusa alimentar, sinais neurológicos como sonolência, olhar parado e convulsões e manchas na pele de aparecimento súbito. Ainda é importante relatar ao pediatra se a febre tiver duração de mais de 3 dias.
 
Sobre Alivium
Alivium é um produto a base de Ibuprofeno, substância que apresenta ação antitérmica, indicada para diminuição da temperatura corporal e que age também como analgésico na diminuição das dores associadas a resfriados, gripes, torções, pancadas, dores musculares, cefaleia e cólicas menstruais. O medicamento está disponível em apresentações divididas em líquidos (Alivium 100mg Gotas Oral (20ml), Alivium 50mg Gotas Oral (30ml), Alivium 30mg/ml Suspensão (100ml) com seringa dosadora) para o público infantil e apresentações em comprimidos (Alivium 400mg) para adultos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Vacina X Antitérmico



    Devo dar antitérmico após ou antes da vacina ? 

    Qual o perigo do antitérmico?



Quantas vezes você levou seu filho para vacinar e ficou tentada a dar algumas gotinhas de antitérmico para que ele não tivesse febre depois? Cuidado. Essa atitude pode atrapalhar a resposta imunológica do organismo em relação à vacina. Em outubro, CRESCER adiantou os resultados de uma pesquisa que mostrava os efeitos do uso do remédio depois da vacinação. Agora, a Secretaria de Estado da Saúde de Sãp Paulo reforça o alerta para os pais.
Para chegar a esses resultados, cientistas checos analisaram o ingrediente ativo acetaminofeno, presente no paracetamol (um tipo de antitérmico), e a reação que ele causa no organismo quando é dado para a criança logo após a vacinação para prevenir uma eventual febre.

A pesquisa, publicada na revista científica The Lancet, e financiada pela GlaxoSmithKline Biologicals (Bélgica), analisou 459 bebês saudáveis. Desses, 226 receberam três doses profiláticas (ou seja, antes do sintoma da febre aparecer) de paracetamol a cada 6 ou 8 horas após receber a vacinação. Os resultados mostraram que, no grupo que recebeu a dose do remédio, a concentração de anticorpos foi mais baixa se comparada com aqueles que não tomaram paracetamol.

Para Marco Aurélio Sáfadi, pediatra e infectologista do Hospital Albert Eisntein(SP) e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), esse pode ser um indicativo de que a proteção da vacina é menor quando a criança toma o remédio antes mesmo de apresentar febre. “A indicação do medicamento quando a criança apresenta o sintoma é segura porque a resposta imune da vacina já começou e não haverá interferência”, diz. Ele alerta os pais para que a prática de dar esse tipo de antitérmico como prevenção seja abolida e, como qualquer medicamento, só ser oferecido à criança com indicação do pediatra.

Abaixo segue uma tabela de imunização para família. 



Fonte http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI99841-15154,00.html

Até o próximo post. 
beijos Pauleni Gomes